Melissa Grunge

ModaReview

0e8fa856f4ad5aa5715afb94636fd830
Com tantos blogs e vídeos de reviews por aí, geralmente aproveito a quantidade de informações antes de realizar uma compra. Sabe aquela dúvida: “Esse batom é bom ou não? E a fixação?”. Hoje em dia é só dar um Google, que quem comprou e usou está lá contando tudo o que é preciso saber antes de abrir a carteira. E mesmo que eu sempre tenha usado Melissas, a última que adquiri faz uns 3 ou 4 anos (e está inteirinha e bem conservada diga-se de passagem). Então, quando me deparei com o modelo Melissa Grunge (e foi amor a primeira vista), fui logo atrás de informações. A qualidade da marca segue a mesma? É confortável? Entre outros questionamentos de praxe. Depois de muito analisar e pesquisar, comprei ♥ e vim aqui compartilhar minha opinião pra colaborar pro mundo dos reviews.
017-007
Essas foram as 4 cores lançadas na coleção de inverno Dance Machine e embora eu tenha amado a rosa clarinha, estou numa onda de consumo consciente e evitando comprar coisas supérfluas antes das que realmente preciso, e o que estava faltando de verdade no meu armário era um sapato preto dia a dia que combinasse com tudo. Preto fosco foi a cor escolhida. Quem for pesquisar mais a fundo, provavelmente encontre um caso em que com pouco tempo de uso, esse modelo rachou na sola. Não sei se foi apenas um lote, ou o que aconteceu, mas pelo que vi, foi considerado defeito de fabricação e a troca foi viabilizada. Minha opinião:
DSC_1021Um dos sapatos mais confortáveis e versáteis que usei nos últimos tempos. Sério, é muito confortável mesmo! No início fiquei um pouco reticente nas maneiras de usá-lo, pois ele é bem diferente. Depois desencanei total e embora eu prefira sem meia (dias de calor, levar um bandaid na bolsa por garantia), nos dias mais frios uso com (e como na foto, até colorida), mas também com meia calça. Vestido, calça, saia, ela simplesmente fica bem com praticamente tudo o que tenho no armário. O mais legal é que adoro roupas com estampas fofinhas e mais delicadas e a Melissa Grunge dá uma quebrada na fofurice, já que tem esse jeitão andrógeno. Outro ponto a favor, é que após usar um dia todo, é quase impossível que a coluna incomode, ou a sola do pé (como nos casos de sapatos muito baixinhos), pois ela tem esse saltinho maravilhoso. Achei também super resistente, jé usei mil vezes e segue inteirinha. Claro que, como todo mundo sabe, as Melissas por serem de plástico, riscam. Basta arranhar num degrau, ou qualquer lugar da rua e pimba! E a fosca arranha ainda mais que a brilhosa. O negócio é ter um pouco de cuidado. Faz parte.

eususpiromelissagrunge

O insta também está cheio de referências pra se inspirar nos looks, basta usar a # melissagrunge. Pra quem busca algo confortável e estiloso e tem R$ 170,00 dinheirinhos pra investir, eu recomendo fortemente. E sinceramente, agora que tenho a preta, não tem problema ter a rosa também, né?

Nota: ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ 10

Tag: Blogueira Glamourosa

Discípulas de CarrieTAG

Eu ando tão sem tempo e desorganizada (dedicando meu tempo pra @capincesa, segue lá!), que resolvi tirar as teias de aranha do blog com uma proposta do Discípulas de Carrie do mês passado. Antes tarde do que nunca, né? Inspirada numa entrevista da revista Glamour, a Tag fez parte do conjunto de homenagens ao primeiro ano do grupo. E que venham os próximos!

carrie-bradshaw-fashion-icon-icon-iconic-favim-com-621555
1. Você sempre responde os comentários no seu blog? O que eles representam pra você?
– Respondo a maioria. A interação com as pessoas que passam por aqui é um dos maiores benefícios de ter esse espaço. É através dos comentários que conheço pessoas novas, tenho um feedback do que posto, e foi através desse mecanismo que iniciei grandes amizades.
2. Qual a primeira coisa que você faz toda manhã?
– Infelizmente vou direto pro celular ler as notícias. É um hábito do qual quero me livrar, já que perco bastante tempo e geralmente faz com que eu só saia da cama bem depois do momento em que realmente acordei.
3. Seu lugar favorito no mundo?
– Basta estar com quem eu amo pra se tornar o lugar favorito.
4. O que deixaria todos surpresos sobre você?
– Já cozinhei muito mal, principalmente por conta da distração. A ponto de colocar uma pizza no forno, com o isopor que vem embaixo. Atualmente, modéstia a parte, cozinho muito bem e adoro me aventurar em pratos novos, elaborados e diferentes.
5. Estilo é…?
– Se sentir principalmente confortável.
6. Como seria um dia off perfeito?
– Não ter hora pra acordar, assistir séries, comprar sapatos e terminar o dia com janta e cineminha.
7. Quais aplicativos você mais é adepta?
– Instagram, Clue, Telegram (gosto muito mais que Whats) e Pinterest (que fui obrigada a deletar pois gastava a bateria do celular toda nele).
8. E o esporte que mais ama?
– Não sei nem jogar peteca, e sou bem descoordenada. Embora eu sempre tenha tido vontade de aprender tango ou dança de salão.
9. Quem faria seu papel num filme?
– Natalie Portman ou Jennifer Connelly.
10. Qual é sua SATC girl favorita?
– Miranda! Mas amo todas ♥.

DISCÍPULASDECARRIE (4)

Home Fires

Seriados

1433245428-e91f2d5a4b0179a2179e700685e9a7cc-600x399

Home Fires é mais uma série  de “época” pra se encantar. Britânica (do mesmo canal de Downton Abbey), é baseada em fatos reais, e gira em torno da organização Women’s Institute, criada pelo governo durante a I Guerra Mundial, que tinha como intuito o incentivo da participação das mulheres, arrecadando fundos, produzindo alimentos, e serviços voluntários. Passado o período pós guerra, a organização se manteve, e na série, ela volta a precisar de uma forte participação de suas integrantes, já que há a iminência de uma II Guerra.

Uma das protagonistas, é um rosto conhecido para os fãs de Downton Abbey. Frances Barden é vivida por ninguém menos que Lady Rosamund, irmã do Conde de Grantham. Assim como ela, outras mulheres fazem parte do WI e cada uma tem sua história e personalidade, apresentada aos poucos a seus telespectadores. Enquanto Frances quer manter o Instituto aberto e em funcionamento, e possui várias ideias de como a comunidade pode auxiliar durante a Guerra, Joyce Cameron a presidente atual, acha mais prudente fechá-lo nesse período. Como era de se esperar, as duas entram em confronto ideológico, e junto com suas respectivas apoiadoras, passam a criar estratégias pra que suas vontades sejam realizadas.

Eu me senti muito envolvida pela trajetória de cada uma das personagens , sentimento inevitável, principalmente ao ver a união, força, e lealdade que há entre elas. Claire trabalha inicialmente na casa de Joyce e apesar de ser sensível, sempre expõe suas opiniões de maneira corajosa. Teresa é a mais nova professora da cidade, que guarda um segredo e que por conta dele, busca recomeçar uma vida em Cheshire. Steph trabalha na área rural e depois que seu marido opta por servir, ela passa a conduzir a fazenda da família. Pat é a esposa dedicada que sofre constantemente abuso de todos os tipos do marido, e ao mesmo tempo que tenta romper com isso, mantém em segredo. Só citei algumas, mas há muitas outras.

Como Home Fires  é relativamente curta, pois só tem 6 episódios da primeira temporada, acaba por se tornar bem dinâmica e os fatos não demoram a acontecer. Há todo aquele figurino maravilhoso (não adianta, eu sempre fico apaixonada pelas roupas dessas épocas), com casaquinhos de tricô, saias e oxfords, a fotografia também é linda, e pra variar, indico fortemente. A segunda temporada terminou essa semana na Inglaterra e já estou loucamente atrás de legendas. Quanto a terceira, não achei nenhuma notícia, mas estou confiante pois o canal tem registrado altos índices de audiência. Ficarei na torcida.

Pra quem ama o frio

Pessoal

Então que resolvi falar sobre frio. Mesmo que meu aniversário seja no dia que começa oficialmente o verão – e eu ame fazer aniversários – não suporto calor. Quando era pequena adorava, pois vinha junto com as férias e ir pra praia e passar a tarde no mar era uma das minhas coisas favoritas. Depois de grande, isso mudou drasticamente. Calor geralmente faz cair minha pressão, passo mal, não tem condições de sair de casa nos horários em que o sol está mais forte, deixei de gostar de praia  e não há roupa, ventilador ou ar condicionado que refresque.

O que amo mesmo, é o frio de verdade. Desde as roupas, que ficam mais elegantes, até as comidas. Antes de citar o que mais gosto, quero deixar claro que meu coração fica partido quando penso naqueles que não tem como, nem onde, se aquecer. Pessoas e animais. Por isso, sempre ajudo doando roupas nas campanhas do agasalho, e agora que aprendi a fazer tricô, farei também mantinhas e cachecóis pra contribuir.

eususpiropraquemamafrio

O frio me motiva a ler. Acho muito mais convidativa a leitura quando posso pegar o livro que estou lendo e me sentar com uma xícara de chá ou café (ou chimarrão) ao lado. Já contei semana passada que estou lendo O Iluminado, e a história se passa no auge do inverno, num lugar extremamente frio, então me sinto até melhor lendo ele bem tapada. Nem que seja pra me esconder embaixo das cobertas, porque né. Dá medo.

Comidas e coisas típicas! Um hábito que a maioria dos gaúchos tem, é comer bergamota no sol, fruta típica dessa época. Ela fica mais docinha, quando há geada e apesar do cheiro impregnar na mão, é uma das minhas frutas favoritas desde sempre. Também dá pra ficar muito feliz com uma bela xícara de chocolate quente, e nem precisa ser tão incrementado. Já tomei alguns muito doces, com leite condensado e particularmente não gosto muito. Aqui em casa o procedimento é mais básico impossível: Leite pelando de quente, e alguns pedacinhos de chocolate em barra. Só mexer bem e tomar. Não é o clássico, mas fica bem gostoso.

No último feriadão, o frio ainda não tinha chegado de vez, mas vinha se aproximando aos poucos. Foi suficiente pra me empolgar e ter a ideia de fazermos sopa de capeletti, pois fazia quase um ano que não comia. Minha sogra pesquisou na internet e fez uma tão boa quanto as que se costuma comer em Gramado. O segredo é colocar não só um capeletti de qualidade, mas bastante frango bem temperadinho, do contrário ela fica aguada e insossa. No dia seguinte, o clima quente já dava as caras de novo, mas estava tão boa que comemos o que sobrou mesmo passando calor.

Pra completar:  lareira. Na nossa casa não tem, mas sempre que vamos pra fronteira aproveitar a friaca, ela é acesa pelo meu pai. Ainda quero morar numa casa que tenha, e quem mora em lugares muito gelados, sabe como acende-la faz diferença. Além disso, não posso esquecer de fazer menção honrosa a duas coisas que amo e que não consigo ficar sem durante o Inverno: Uma taça de vinho e pinhão. Gosto tanto dessa época, em que tudo parece mais aconchegante e confortável que uma das minhas vontades é passar o Natal em algum lugar que costume nevar. Esse desejo provavelmente existe influenciado pelos filmes natalinos norte americanos, mas não consigo olhar e não deixar de achar maravilhoso.

 

Quando quem faz, é a gente

Pessoal

c81b665e63116287c5345d8855418b69

Quem me conhece, ou passa por aqui de vez em quando, sabe o quanto gosto de costura, artesanato, pintura, e tudo o que envolve trabalhos manuais. Esse amor todo, provavelmente herdei da minha mãe e avó, que têm um grande talento em tudo que diz respeito a esse universo.

Depois de passar por muitas tardes embaixo da máquina de costura da minha vó, de ter um grande acervo de roupas lindas de Barbie, confeccionadas por ela. E depois de conviver com os panos de prato pintados pela minha mãe, bordados, acessórios de feltro, e outras tantas coisas, resolvi finalmente entrar pra esse mundo. A única coisa que sabia realmente fazer era ponto cruz, o resto era apenas resultado de pura criatividade e vontade de ficar rodeada de cola, tesoura e lápis coloridos.

Em Setembro do ano passado, entrei pra um curso de corte e costura pra iniciantes e até Dezembro durante uma vez por semana, minha tarde era dedicada ao aprendizado da técnica. Foi um mini curso, que me deu apenas uma noção, mas que foi suficiente pra eu me encontrar de vez. Durante, fiz blusa, saia, macacão e até um chambre. E a partir do conhecimento que adquiri com ele, fiz várias outras saias, vestido, blusa… sozinha!

tumblr_static_sewing--fabric-mike-savad
Sou simplesmente apaixonada por tudo o que é vintage, e sempre fiquei maluca dentro de brechós em contato com tantas roupas oriundas de épocas passadas. Depois que comprei minha própria máquina, vi nela um universo inteiro de possibilidades, e uma dessas foi poder criar minhas próprias roupas dentro desse estilo (já que não é muito fácil de achar pronto). Procurei na internet como criava o molde (é muito mais fácil do que parece) e comecei a fazer saias godê (meu estilo favorito), não apenas pra mim, mas pra família toda.

No último casamento que fomos,  aproveitei que encontrei uma renda azul marinho maravilhosa em promoção e resolvi me aventurar a fazer o que usaria. Com a renda fiz a saia, obviamente godê, e a blusa na mesma cor, mas de outro tecido liso. Gastei em torno de R$ 70,00 (com o sapato, que também comprei na promoção). Foto do look aqui e juro que recebi vários elogios. Pois é, além de prazeroso, costurar ainda é econômico. Falando em economia, consumista que sou (do tipo que vê possibilidades de compra até na Ferragem) mesmo gastando com os tecidos, linha, zíper, ainda assim é mais em conta do que se for comprar numa loja. Fora que, embora não saiba a procedência do tecido, em épocas de denúncia de trabalho escravo e afins, fico com garantias de pelo menos não haver nenhuma história desse tipo por trás da confecção da peça, afinal é feita por mim mesma.

Na empolgação, assinei o portal de cursos online Eduk e iniciei o Fundamentos do Tricô. Quem tiver interessado, dá pra fazer 7 dias de aula grátis. É incrível, tem cursos de diversos assuntos e categorias e dá vontade de passar a tarde inteira assistindo. E não, eles não pagaram nada pra eu falar isso. No Fundamentos do Tricô, a professora especialista na área, Cris Bertolucci, ensina a fazer desde o cachecol, até a luva, gorro e blusão. Em um mês (demorei mais que o normal, já que estava muito calor e sem condições de mexer com lã) já tinha meu primeiro cachecol pronto, e nesse momento estou tricotando o segundo. Quem me segue no Insta (@kat_farias), deve ter visto.

tumblr_lp920syrx61qkjoa1o1_500_large
E quem for dizer que costura, tricô e crochê são coisas de vovó, já adianto que elas são de qualquer pessoa que queira ser autora de suas próprias coisas. Pra seu uso, ou pra venda. Seja ela vovó, ou não. Cada vez que vejo alguma roupa, ou tenho alguma ideia penso imediatamente na minha máquina – ou nas minhas agulhas – e como posso fazer pra colocá-la em prática. Sortuda que sou, conto sempre com ajuda de vó, mãe e sogra. Mas quem quer começar e não tem ninguém pra dar uma mãozinha, no Youtube há vários canais sobre o assunto. Além de sites (embora o que eu mais indique mesmo, é o Eduk). No momento que conseguimos ter em mãos a primeira peça de roupa da nossa autoria, ou o primeiro cachecol, mais do que sensação de prazer, é realmente libertador.