CosmoTag: Minhas 5 comidas favoritas

Blogagem ColetivaDiscípulas de Carrie

Engraçado que enquanto faço esse post e seleciono as coisas que mais gosto de comer, fico pensando o que é que tem na geladeira pra eu fazer algo gostoso. E eu tenho essa mania chata e engordativa: como super bem no almoço, mas quando chega a janta só consigo pensar em coisas quentinhas e cheias de carboidratos. Ainda mais com esse friozinho de 14 graus. Quem sabe se até o final eu me contento só com as imagens ou se vai rolar invasão à geladeira.

5 – BIS1942-el1

Vamos começar logo pela patifaria. Nem sei se dá pra considerar chocolate uma comida de verdade (provavelmente não), mas gosto tanto que seria muito injusto da minha parte não acrescentar na lista. Adoro Twix, não dispenso uma barra de chocolate Crunch ou Milka, e o meu favorito do universo é com certeza Kinder Ovo. Entretanto, como o Kinder custa mil reais em barras de ouro pra 2 segundos de prazer, sempre opto pelo Bis como substituto. E olha, funciona super bem! Uma caixa de Bis dura na minha mão bem mais tempo, uma meia hora no máximo.

4 – Bife acebolado 

prato carne lado_-383x287O pessoal veggie que me perdoe, mas sou carnívora pra caramba. Não a ponto de ter que comer todos os dias, e me contento super com um peito de frango. Mas um bife acebolado, com o arroz embaixo… é algo que me deixa salivando só de pensar.

3 – Panqueca

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Toda minha família e a maioria das pessoas que me conhece sabe o quanto amo panqueca/crepe. Pode ser aqueles que tem na praia, pode ser uma panqueca clássica recheada com guisadinho. E se for a massinha tradicional da minha avó em formato de waffle então, pode mandar! Acho um prato super versátil, que pode ficar saudável colocando espinafre na massa, pode ficar doce e permite infinitas possibilidades. Rola até lasanha com a massa da panqueca. Nunca fizeram? Pois tentem! Informação útil: Ju compartilhou no CLBS a receita da sua panqueca e estou doida pra experimentar.

2 – Nhoque

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Tá ai algo que amo de paixão mas que como bem menos do que gostaria. Nunca fiz e não é a especialidade de ninguém da família. Ainda assim, bastou aparecer em qualquer buffet de restaurante pra eu dar um pouquinho de desfalque e não deixar sobrando pra mais ninguém.

1 – Sushi

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Certa vez, eu e Lola fomos num sushi que tinha perto de casa. Em determinado dia da semana, eles disponibilizavam uma modalidade chamada “festival”. Por um preço x, a pessoa poderia pedir o que quisesse do cardápio, quantas vezes (seu estômago) julgasse necessário. Começamos com um daqueles barcos gigantes típicos que vem cheio de iguarias gostosas e que mesmo sem saber o que são, sempre como igual e acho bem bom. Depois, fomos pedindo aos poucos algumas outras coisas. No início, o que pedíamos demorava um pouco pra chegar, mas aparecia. Até que chegou um momento que eles simplesmente começaram a nos ignorar e tivemos que pagar a conta, não exatamente de estômago vazio. Até hoje eu e ela brincamos que foi conosco que eles perceberam que essa proposta não valia a pena, além do restaurante ter fechado pouco tempo depois. Essa pequena historinha é só pra ilustrar o quanto eu gosto de sushi. Se for comer, não hesite em me convidar.

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Na minha cabeceira: O Rouxinol

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Surpreendendo até a mim mesma, consegui cumprir o que planejava (ao menos uma parte) e adquiri O Rouxinol da autora americana Kristin Hannah. Embora nunca tivesse lido nenhum livro dela, a expectativa ficou alta já que o livro foi fortemente elogiado, vendeu mais de 12 milhões de cópias e não encontrei nenhuma resenha negativa. A ansiedade bateu, e não aguentei esperar por uma compra pela internet (e mais barata) então voei pra Saraiva.

Pra início de conversa, quando o livro me prende pra valer a leitura dura no máximo uma semana. Esse, comprei em Maio e terminei hoje. Ou seja, três meses depois. A escrita é bem simples, mas com narrativa um tanto arrastada, e preciso enfatizar o quanto fiquei incomodada com o fato de ter erros de digitação, incluindo estar falando de um personagem e simplesmente colocar o nome de outro, pra depois seguir com o mesmo. Nunca imaginaria tal coisa, já que a editora Arqueiro caprichou muito na edição. A capa é linda e o passarinho dourado é em relevo, dando um ar todo glamouroso.

A história tem como cenário a II Guerra Mundial e suas protagonistas são as irmãs Vianne e Isabelle Rossingol que possuem personalidades completamente opostas. Uma é casada e mora no interior da França com marido e filha, onde vivem de uma maneira simples e tranquila. A outra, mais jovem e impetuosa, fugiu de todos os internatos pra onde foi mandada pelo pai. O início da guerra faz as duas serem obrigadas a conviver, algo que não acontece há muitos anos, desde a morte da mãe, despertando sentimentos hostis em ambas as partes. Vianne quer manter a família unida e ficar longe de problemas, enquanto espera pelo marido que foi para o combate, já Isabelle, cada vez mais revoltada com a situação, se une à resistência ignorando todos os perigos que sua decisão pode gerar.

Os capítulos são alternados entre o ponto de vista das irmãs – com narração em terceira pessoa – além de capítulos com um terceiro personagem – em primeira pessoa – que não sabemos quem é, e que conforme a leitura segue, vamos recebendo algumas pistas. É evidente a preocupação da autora em colocar o maior número de detalhes, e consegue passar com sucesso todo o sofrimento e tristeza vividos nesse período tão trágico. São essas cruéis circunstâncias que vão transformando as duas irmãs, revelando força e persistência que nem sabiam que eram capazes de ter.

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O Rouxinol é sem dúvida um livro emocionante. Em algumas vezes fiquei apreensiva, e tive a experiência de chorar, algo que não acontecia há muito tempo durante uma leitura. Mesmo com uma relação conflituosa, o amor de irmãs entre Vianne e Isabelle é muito bonito, assim como o relacionamento que elas redescobrem com seu pai. É esse tipo de história que traz um ponto importante e que por muitas vezes é passado quase despercebido: o relevante papel das mulheres durante a guerra. E apesar disso, confesso que esperava me envolver mais com a narrativa. Depois que concluí fiquei um pouco abalada com o desfecho, mas com aquela sensação de que poderia ter sido uma experiência bem mais empolgante. De qualquer forma, quero ler Kristin Hannah de novo.

Nota: ♥♥♥

Bullet Journal

Bullet Journal
Fonte: mynameiscarolinep.tumblr.com

Bullet Journal é um termo relativamente novo pra mim. Uma amiga me apresentou, fui atrás de mais informações (já que não é tããão simples assim de entender) e descobri que se trata de um método bem atrativo de organização. Criado pelo designer Ryder Carroll, se trata basicamente de uma estratégia pra conseguir expor todas as atividades diárias, mensais e futuras, sem deixar passar nada, e conseguir aproveitar melhor o tempo. Na adolescência sempre tive agendas, e nelas eu escrevia todos os acontecimentos diários (quem nunca, né?) Depois de adulta, segui tendo todos os anos, mas escrevia apenas tarefas importantes e aniversários e acabava por colocar lembretes no celular, e tudo ficava um pouco bagunçado de certa forma. Depois que eu e o bullet journal nos conhecemos, experimentei durante uma semana e desde então o resultado tem sido bem positivo.

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A primeira coisa a se dizer é que pode ser feito em qualquer caderno. Eu particularmente, segui as dicas que vi em alguns blogs e repasso: folhas quadriculadas facilitam bastante. As primeiras páginas tem que ser separadas pro Índice, e todas as páginas a partir dali, devem ser numeradas. Depois de um bom tempo de uso, se torna uma maneira rápida de localizar as informações que foram depositadas. O próximo passo é criar a página do mês, Monthly Log e numerar todos os dias, com a inicial do respectivo dia da semana ao lado, ou vice-versa. Esse espaço é pra eventos importantes como aniversários, ou outros compromissos.

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Passada essa página, fica o Daily Log, que são os compromissos diários e todas as tarefas agendadas pra aquele dia. Pra facilitar há um código para colocar ao lado de cada uma dessas atividades: Quando se trata de um compromisso é só colocar uma bolinha, quadradinho vazio quando são tarefas, asterisco pra aquilo que tem prioridade e um ponto de exclamação pra aquilo que merece atenção. Há também um “V” de check quando algo for concluído, uma flechinha quando algo mudar a data, e um “X” quando for cancelado. Esses são os símbolos padrões, mas nada impede que eles sejam personalizados ao gosto do freguês. Uma das coisas mais bacanas do bullet journal é exatamente isso. Pode ser customizado da maneira como preferir. Eu ainda não investi muito em cores e desenhos, mas estou me programando pra isso.

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A última fase é o Future Log, espaço pra colocar aqueles compromissos que já tem data marcada, mas que não são naquele mês em questão. Esses são os passos básicos, mas há mil possibilidades. A ideia de inserir lista de filmes, séries, livros, é uma que muito me interessa. A criatividade das pessoas não tem limites, basta colocar bullet journal no Pinterest pra ter uma noção. Esse exemplo aqui é um dos meus preferidos e estou com muita vontade de aderir:

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Como comprei um caderno quadriculado com a capa simples, resolvi fazer uma capinha personalizada pra ele. Quem quiser uma também, ou tiver vontade de ver como são, a página é @capincesa no insta. Da até pra considerar criar tamanhos menores pra poder levar na bolsa, pra aumentar o nível de praticidade. O importante é que o propósito do bullet journal seja eficaz na sua rotina. Quem ficou com dúvida e quer maiores informações, pode dar uma conferida nesse vídeo.

Old Hollywood – Mamãezinha Querida

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Tava faltando aqui no blog um espaço pra falar sobre algo que sou muito fã: old movies. E além de Mamãezinha Querida ser um filme da década de 80 (♥), é inspirado no livro auto biográfico de Christina Crawford, filha adotiva da famosésima atriz e vencedora de Oscar, Joan Crawford. Acho muito interessante assistir filmes que são baseados na vida de alguém, e embora eu ainda não tenha assistido nada da Joan, sempre soube do tamanho da sua fama e talento, mas até então nada de sua vida pessoal. A história é chocante, com interpretações incríveis, Faye Dunaway como protagonista está sem palavras, além da atriz mirim Mara Hobel, que também era maravilhosa.

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Apesar de ser um relato um pouco controverso, já que é narrado sob ponto de vista da Christina, acaba por ser bem convincente. Joan Crawford, no auge da fama, não podia ter filhos e – de acordo com o filme – numa manobra publicitária, resolve adotar duas crianças (mais tarde também adota duas meninas gêmeas, mas essa parte não é retratada). Embora sejam dois filhos, Christina e Christopher, quem mais sofre com o comportamento psicótico de Joan, é a mais velha. Joan não admitia qualquer menor sinal de ofuscação, era obcecada em manter sua juventude, além de ser completamente egoísta e perfeccionista. Quando completa 13 anos, Christina já tem bastante noção da falta de carinho por parte de sua mãe, e dúvida que essa tenha algum sentimento pela filha. O filme enfatiza o comportamento cruel e abusivo de Joan, e toda sua vida com os filhos até a sua morte. Quando o seu testamento é lido, seus filhos descobrem que foram deserdados e a ideia que passa, é que essa foi a gota d’água para Christina decidir trazer a tona toda a suposta verdadeira história da personalidade de sua mãe.

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Ao que parece, quando o livro foi lançado em 1978 (um ano após a morte de Joan), o mundo ficou perplexo, pois a ideia que Joan passava pra mídia era – evidentemente – totalmente contrária ao que Christina conta no livro. Em várias entrevistas por aí, há quem acredite e há quem condene que o retrato da atriz exposto na história é uma verdadeira farsa. Eu realmente não sei até que ponto é verídico, e independente do que for, não deixa de ser um ótimo filme que além de ter atuações fantásticas, traz toda a pressão e colapso causados pela indústria do cinema em seus atores. E isso todo mundo sabe que é verdade.

Mamãezinha Querida (Dearest Mommie) 1981
Direção: Frank Perry
Nota: 9,5

Melissa Grunge

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Com tantos blogs e vídeos de reviews por aí, geralmente aproveito a quantidade de informações antes de realizar uma compra. Sabe aquela dúvida: “Esse batom é bom ou não? E a fixação?”. Hoje em dia é só dar um Google, que quem comprou e usou está lá contando tudo o que é preciso saber antes de abrir a carteira. E mesmo que eu sempre tenha usado Melissas, a última que adquiri faz uns 3 ou 4 anos (e está inteirinha e bem conservada diga-se de passagem). Então, quando me deparei com o modelo Melissa Grunge (e foi amor a primeira vista), fui logo atrás de informações. A qualidade da marca segue a mesma? É confortável? Entre outros questionamentos de praxe. Depois de muito analisar e pesquisar, comprei ♥ e vim aqui compartilhar minha opinião pra colaborar pro mundo dos reviews.
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Essas foram as 4 cores lançadas na coleção de inverno Dance Machine e embora eu tenha amado a rosa clarinha, estou numa onda de consumo consciente e evitando comprar coisas supérfluas antes das que realmente preciso, e o que estava faltando de verdade no meu armário era um sapato preto dia a dia que combinasse com tudo. Preto fosco foi a cor escolhida. Quem for pesquisar mais a fundo, provavelmente encontre um caso em que com pouco tempo de uso, esse modelo rachou na sola. Não sei se foi apenas um lote, ou o que aconteceu, mas pelo que vi, foi considerado defeito de fabricação e a troca foi viabilizada. Minha opinião:
DSC_1021Um dos sapatos mais confortáveis e versáteis que usei nos últimos tempos. Sério, é muito confortável mesmo! No início fiquei um pouco reticente nas maneiras de usá-lo, pois ele é bem diferente. Depois desencanei total e embora eu prefira sem meia (dias de calor, levar um bandaid na bolsa por garantia), nos dias mais frios uso com (e como na foto, até colorida), mas também com meia calça. Vestido, calça, saia, ela simplesmente fica bem com praticamente tudo o que tenho no armário. O mais legal é que adoro roupas com estampas fofinhas e mais delicadas e a Melissa Grunge dá uma quebrada na fofurice, já que tem esse jeitão andrógeno. Outro ponto a favor, é que após usar um dia todo, é quase impossível que a coluna incomode, ou a sola do pé (como nos casos de sapatos muito baixinhos), pois ela tem esse saltinho maravilhoso. Achei também super resistente, jé usei mil vezes e segue inteirinha. Claro que, como todo mundo sabe, as Melissas por serem de plástico, riscam. Basta arranhar num degrau, ou qualquer lugar da rua e pimba! E a fosca arranha ainda mais que a brilhosa. O negócio é ter um pouco de cuidado. Faz parte.

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O insta também está cheio de referências pra se inspirar nos looks, basta usar a # melissagrunge. Pra quem busca algo confortável e estiloso e tem R$ 170,00 dinheirinhos pra investir, eu recomendo fortemente. E sinceramente, agora que tenho a preta, não tem problema ter a rosa também, né?

Nota: ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ 10