Planejamento Oscar 2017

Filmes

Primeiro: Feliz novo ano pra todo mundo! Quando começa um novo ano ficamos cheios de expectativa, mas sobretudo esperança. São 365 dias novinhos, recém saídos do forno, pra aproveitarmos como quisermos e da melhor forma por favor, já que 2016 foi um ano um tanto complicado. Pra todos, pro mundo. Mas como o tema de hoje é entretenimento, vamos focar em 2017.

Depois da polêmica do ano passado, que a Academia foi fortemente criticada – com muita razão – por não indicar atores negros, em 2017 as coisas mudaram um pouquinho. Tanto que a lista desse ano está entre a mais diversificada da história da premiação. Nada mais justo. Ainda assim, nenhuma mulher foi indicada em uma categoria super importante, a de direção. Pois é.

Agora, quem é que não faz metas logo na virada? E todo início de ano é a mesma coisa. A temporada de premiações começa e sempre me organizo – ou tento – assistir todos (ou quase) os indicados nas categorias principais. E esse ano totalizou 15 filmes! Encaixar 15 filmes na rotina diária não é fácil, mesmo em uma atualmente calma como a minha. Um dia antes da premiação, faço um post com a lista dos meus preferidos e se consegui completar o objetivo esse ano. Veremos!
Cercas (Fences) concorre nas categorias: melhor filme, melhor ator para Denzel Washington, melhor atriz coadjuvante para Viola Davis, e melhor roteiro adaptado. To com expectativa alta!
A Chegada (Arrival) concorre nas categorias: melhor filme, melhor diretor para Dennis Villeneuve, roteiro adaptado, fotografia, e outras 4 categorias técnicas. Morro de medo de filmes com desastres naturais e E.T.’s mas fiquei muito curiosa desde quando vi o trailer. Mesmo que me renda algumas noites mal dormidas depois.
Até o Último Homem (Hacksaw Ridge): concorre nas categorias: melhor filme, melhor diretor para Mel Gibson, melhor ator para Andrew Garfield, e em 3 categorias técnicas. Fui assistir o trailer somente ontem e achei promissor, muito embora me pareça (não posso dizer com certeza, pois não vi) aquela velha temática de exaltação americana.
Manchester a Beira Mar (Manchester by the sea): concorre nas categorias: melhor filme, melhor diretor para Kenneth Lonergan, melhor ator para Casey Affleck, melhor ator coadjuvante para Lucas Hedges, melhor atriz coadjuvante para Michelle Williams, melhor roteiro original. Quase chorei no trailer.
Lion: Uma Jornada para Casa (Lion): concorre nas categorias: melhor filme, melhor ator coadjuvante para Dev Patel, melhor atriz coadjuvante para Nicole Kidman, melhor roteiro adaptado, fotografia, e trilha sonora. Esse sim, chorei no trailer.
Estrelas além do Tempo (Hidden Figures): concorre nas categorias: melhor filme, melhor atriz coadjuvante para Octavia Spencer e melhor roteiro adaptado. Em 2012 pelo filme Histórias Cruzadas (The Help), Viola Davis concorreu por melhor atriz, e Octavia por melhor atriz coadjuvante e venceu. Nesse ano, as duas disputam a mesma categoria. Não assisti nenhum dos filmes ainda, mas nem preciso. Sou fã das duas e tenho certeza de que meu coração ficará dividido entre elas.
Capitão Fantástico (Captain Fantastic): concorre nas categorias: melhor ator para Viggo Mortensen. O eterno Aragorn só recebeu indicações ao longo da carreira mas nunca levou nada pra casa. Minha análise? Injustiça.
Jackie (Jackie): concorre nas categorias: melhor atriz para Natalie Portman, melhor figurino e trilha sonora. Natalie é sempre musa, excelente atriz e sempre quero assistir tudo o que ela faz.
Moonlight: Sob a Luz do Luar (Moonlight): concorre nas categorias: melhor filme, melhor diretor para Barry Jenkins, melhor ator coadjuvante para Mahershala Ali, melhor atriz coadjuvante para Naomi Harris, melhor roteiro adaptado, fotografia, e mais 2 categorias técnicas. Mahershala Ali é o vilão Cottonmouth de Luke Cage. Na série a atuação dele é MUITO boa. E depois de assistir ao trailer… expectativa alta!
La La Land – Cantando Estações (La La Land): concorre em 13 categorias e é o favorito: melhor filme, melhor diretor para Damien Chazelle, melhor ator para Ryan Gosling, melhor atriz para Emma Stone, melhor roteiro original, fotografia, e outras 7 categorias técnicas. Só há 3 musicais em toda minha história de cinéfila que gosto de verdade verdadeira, então sempre rola aquele preconceito. Mas diante dos fatos, elogios, e tudo isso em cima desse filme, vou ter que conferir de perto.
Elle (Elle): concorre nas categorias: melhor atriz para Isabelle Huppert. Muito tensa com esse trailer. Apenas.
Florence – Quem é essa mulher? (Florence Foster Jenkins): concorre nas categorias: melhor atriz para Meryl Streep e melhor figurino. Meryl é sempre Meryl, e conseguiu bater seu próprio recorde. 20º indicação.
Loving (Loving): concorre nas categorias: melhor atriz para Ruth Negga. Não achei o trailer muito promissor, mas não custa conferir.
Animais Noturnos (Nocturnal Animals): concorre nas categorias: melhor ator coadjuvante para Michael Shannon. Embora tenha apenas uma indicação, teve algumas mais no Globo de Ouro. Me parece um suspense dos bons.
A Qualquer Custo (Hell Or High Water): concorre nas categorias: melhor filme, melhor ator coadjuvante para Jeff Bridges, melhor roteiro original e edição. Confesso que esse ia ir direto pro final da lista, mas depois que assisti o trailer mudei de opinião.

Que comece a sessão cinema! Gente, 15 filmes é muita coisa!!

Projeto Colcha de retalhos – Parte 1

CosturaFazendo arte

objetivoUma das minhas ideias de decor pra casa era aproveitar os retalhos que tenho em casa e produzir uma colcha. Iniciei o processo e vou mostrar aqui o andamento. Bom, pra começar quero adiantar antes de mais nada que o primeiro passo e bem importante é saber o tamanho desejado pra colcha. Eu simplesmente decidi que queria uma, produzi um molde num papel panamá tamanho 15×15 e sai a cortar meus retalhos. Depois de cortar bastante, e perceber que tinha uma quantidade considerável (eram mais ou menos 150 quadradinhos), pensei: “acho que já é suficiente”. Não era.

Foi só quando fui medir a cama pra planejar o tamanho que me dei conta do quanto ainda faltava pra formar a colcha. Ele me ajudou no cálculo, já que sou de humanas assumida e percebemos que calcular com base no molde não seria coerente, já que se perde 1cm de costura nas laterais, e em cima (na hora de emendar). Portanto o cálculo foi de 13×13 e chegamos na medida 2 m x 2,30 m, ou seja 18 fileiras, com 15 quadradinhos. Sabe quantos eu iria precisar? 288!

Então vi que seria necessário eu cortar tooodos os retalhos que tinha dentro de casa! E ainda precisei comprar mais alguns. Aliás essa dica é boa, quem ficar afim de produzir uma colcha (ou almofada, tapete, o que for) e não tiver sobras em casa, em lojas de artesanato geralmente tem pra vender kits de tecidos pra patchwork. Eles são um tamanho bom, e dependendo da medida do molde escolhido, vale a pena. Decidi que a borda da colcha seria toda de uma cor só, então dos 288, 64 seriam do mesmo tecido. Optei por começar a fazer sem o tecido da borda e deixar pra unir ele no final.

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Aquele papel riscadinho (1) é o molde que fiz, tem que ser de preferência num papel bem grosso. Optei por selecionar 15 retalhos um diferente do outro e unir eles (2). Depois de pronta a fileira, peguei mais 15 e fiz outra, e assim sucessivamente. Como eles são pequenos, não tem muito a necessidade de alinhavar antes da costura, mas é importante que tenha cuidado pra que eles fiquem bem certinhos (3). Depois de ter todas as fileiras prontas, antes de unir uma com a outra é essencial que se abra a costura delas, e passe ferro de passar roupa em cima. Nesse momento tem que alinhavar, pois fica muito grande. Mantive costura com costura (4), e sempre que chegava nessa parte, reforçava com o retrocesso da máquina. Cuidei pra que as estampas não se repetissem uma do lado da outra ou uma em cima da outra, pra ter mais graça.

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Aqui são eles unidos, formando uma fileira. E deixa eu falar: Quem não tem máquina, pode sim fazer a mão. Vai dar mais trabalho? Obviamente, mas o resultado pode ficar igualmente bacana. Dá pra juntar eles com uma linha colorida mais grossinha e usando o ponto caseado que é super fofo e resistente (tem tutoriais pelo youtube).

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E aqui são as fileiras uma em cima da outra. Conforme for costurando, tem que passar o ferro e abrir essas costuras da horizontal também. Fica com um aspecto muito melhor no resultado final. Por enquanto vim só até aqui. Ainda falta unir todas elas, e colocar a borda. Pra depois inserir a manta acrílica e escolher um tecido inteiro pra fazer o verso. To pensando em escolher algo mais neutro, pra deixar ela com a possibilidade “dupla face” versão toda colorida e versão mais discreta. No próximo post já trago ela pronta! Nem preciso dizer que estou ansiosa pra concluir, né? Mas a graça é ir fazendo aos pouquinhos mesmo, pra curtir a costura de cada retalhinho.

 

Jessica Jones & Luke Cage

Seriados

Foi nesse post que ilustrei 5 razões para assistir Demolidor, a série do herói Marvel produzida pela Netflix. Embora eu esteja desde então (abril, mais precisamente) esperando que ele assista toda a primeira temporada pra que a segunda seja assistida em parceria, não deixei de conferir os outros dois que apareceram no caminho. Pra mim Jessica e Luke são novidade, pois infelizmente não conheço as histórias dos gibis, mas nem por isso gosto menos de super heróis. Muito pelo contrário.

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Assisti Jessica assim que estreou, logo depois de completar a 1ª temporada de Demolidor. Lembro que em pouco tempo se tornou um grande sucesso. Única sobrevivente de um acidente que matou toda sua família, ao que tudo indica (sem maiores explicações), foi através dele que ela adquiriu seus poderes. Com uma força astronômica, acabou optando por não assumir uma personalidade justiceira, usando seus poderes apenas para auxiliar no seu serviço. Jess é investigadora particular, e faz um “bico” nas horas vagas para uma advogada, um trabalho parecido com “oficial de justiça”. Alcoólatra, mal humorada, e extremamente egoísta, ela afastou todas as pessoas mais próximas e prefere levar uma vida independente e solitária (as razões desse comportamento vão aparecendo durante os episódios). A série traz a tona o problema do relacionamento abusivo nas suas diversas formas. O vilão, Kilgrave, é seu egocêntrico ex namorado e tem o poder de forçar as pessoas a fazerem o que ele quiser. No mínimo complicado, né?

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Falando em complicação, as coisas não ficam muito melhores quando Luke Cage aparece na vida de Jessica. Apesar de aparentar que se conheceram ocasionalmente, há bem mais coisas por trás. Os dois tem um breve romance (não considero isso um spoiler, dá licença) e a história que acontece após os eventos ocorridos em Jessica Jones e O Demolidor é a que aparece na série de Luke, lançada recentemente. Tentando recomeçar a vida como uma pessoa normal, ele se muda de Hell’s Kitchen para o Harlem, em NY, mas não consegue esconder seus poderes por muito tempo. Esses, são bem parecidos com os de Jessica, exceto pelo fato de que Luke pode ser considerado “a prova de balas”. Ele não sangra, tem uma pele impenetrável e se regenera. E é por ter adorado ambas que trago aqui mais um post super convincente com ♥ 5 razões para assistir Jessica Jones e Luke Cage ♥:

1 – Trilha Sonora de Luke Cage: 

Disponibilizada em uma playlist oficial pelo aplicativo Spotify a trilha sonora da série foi uma das mais baixadas nas últimas semanas. Bombou tanto que vai lançar até em vinil (!!!). Músicas que variam entre hip hop, blues, soul e até jazz fazem parte de boa parte das cenas, principalmente pelo fato de um dos principais cenários da série ser a boate Harlem’s Paradise, propriedade de um dos vilões, Cottonmouth. Esse, inclusive, possui um quadro imenso no seu escritório com a foto do famoso rapper dos anos 90, Notorious Big (o filme da biografia dele está disponível no Netflix). Pra completar, os nomes de cada episódio são baseados nas músicas do duo de hip hop Gang Starr. Tá bom o quer mais? A trilha sonora é praticamente um personagem coadjuvante!

2 – As séries se complementam:

Claire Temple é a enfermeira que tem bastante relevância no Demolidor. Ela faz uma ponta em Jessica J, onde conhece Luke, e posteriormente aparece no Harlem e se reencontra com ele. Essa personagem é o que conecta de verdade as três séries e ao que tudo indica os três personagens e mais um (Punho de Ferro) serão os protagonistas da série que estreará ano que vem: Os Defensores. Na série de Luke, há referências tanto de Jessica tanto do Demolidor. Claire conta que conhece “um ótimo advogado“, eles comentam eventos importantes de ambas (sem spoilers) além da voz de Trish, BFF de Jess aparecer no rádio. E aqui vem a terceira razão:

3 – Os amigos:

Embora os heróis sejam bastante poderosos, vez ou outra precisam de uma mãozinha de personagens que não tem super poderes, mas que são cheios de qualidades super decisivas nas missões. Trish Walker é a melhor amiga de Jessica, que esteve ao seu lado desde a infância, e passou a fazer aulas de defesa pessoal pra não depender sempre de Jess. É inteligente, poderosa e extremamente corajosa. Já em Luke, não há um parceiro declarado, mas a presença da detetive Misty Night é indiretamente uma parceria. Com certeza uma das melhores personagens, ela é durona, jogava basquete e tem uma sensibilidade mística pra visualizar cenas de crime que é quase um poder. Li por aí que nos quadrinhos, ela é super importante e tem inclusive um braço de metal.

4 – Fiel aos quadrinhos:

Sabe aquela sensação de quando assistimos um filme e ele é muito fiel ao livro que tanto gostamos? Sensação bem satisfatória eu diria. Como falei no início do post, nunca li nenhuma dessas histórias nos gibis mas tratei de procurar e imagino que os fãs dos quadrinhos estejam bem contentes. Luke e Jessica de fato tem um romance e a maioria dos personagens tem o mesmo nome nos gibis (raras algumas exceções de adaptação), além disso, o traje que Luke usa quando foge da prisão é uma inspiração ao traje usado por muito tempo pelo Luke dos quadrinhos. Mais uma: Os famosos dizeres de Luke “sweet christmas” são mantidos na série, e embora a Jessica do gibi saiba levantar voo, na série ela dá saltos tão altos que são quase isso. Ah! A roupa que Trish cria pra Jess e sugere que ela use é praticamente igual à personagem Safira, disfarce de Jess nos quadrinhos. E isso é só um aperitivo, há muito mais.

5 – Fuga de esterótipos e representação:

Luke Cage foi o primeiro super herói negro da Marvel. E embora ele fosse presidiário, foi preso injustamente, o que é bem explicado na série. É bem interessante essa parte, já que por mais a prova de balas que Luke seja, não o torna a prova da justiça. Outro ponto é seu comportamento. Diante de tudo o que ele passou, geralmente se espera um personagem esquentadinho, que não tem paciência e sai derrubando tudo irracionalmente. Meio Ryan Atwood na 1ª temporada de The O.C. sabe? Luke é deveras equilibrado, cauteloso e opta sempre por tentar resolver as coisas com uma boa conversa antes. Jessica foge completamente do estereótipo clássico de heroína. Geralmente elas aparecem com roupas justas, curtas, com decote e são super sexualizadas. Jess é uma pessoa normal e se veste como tal. Sua caçada ao vilão que tanto a torturou psicologicamente não é motivada por fins heroicos, mas por vingança. E assim como qualquer pessoa, o sofrimento que passou acabou gerando fortes traumas na sua vida. Fico contente que estejam aparecendo produções menos machistas, mais “realistas” e que se preocupe em humanizar os personagens.

Bora começar a maratona?

WishList: Alguns cabelinhos brancos

wishlist

wlistAntes de mais nada, deixa eu explicar: Vou completar 26 primaveras em 21 de Dezembro e entrei oficialmente no nível “virar o cabelo apenas pro lado esquerdo, pra esconder os cabelos brancos”. Pois é. Na realidade o esconder é meio relativo, já que a essa altura estou mais no nível “é branco sim, e daí?”. Cheguei a conclusão que esse matagal branco, em um lugar bem específico e estratégico na minha cabeça, incomodava apenas a mim. Não mais. Eu gosto tanto da cor – da parte que ainda não é branca – que me nego a pintar. Pelo menos agora.

Ok, depois de toda a explicação e sessão auto afirmação “to nem aí”, vamos aos presentes. Como todo mundo, não me agrada ficar mais velha, mas me agrada ganhar presentinhos. Nem que seja uma folha, ♥.

1 – História Ilustrada da Arte – Ian Chilvers : Vou ser sincera e admitir que nunca vi ele pessoalmente, mas como queria algo bem completo sobre História da Arte e o famoso “Tudo sobre Arte” está esgotado, super aceito esse.

2 – Tênis Keds Champion Tear Jersey : O único tênis que existe no meu armário no momento é o meu queridinho all star branco que já tem quase dois anos. Por incrível que pareça está novinho ainda, apenas me incomoda o fato dele ser slim. Acho um pouco esquisito quando uso de meia, e é tão slim que não gosto nem com calça jeans. Porque resolvi comprar ele? Não sei. Mas no momento, esse Keds lindo parece resolver esses problemas.

3 – Camiseta Clubs NBA Chicago Bulls : Não entendo todas as regras do basquete e não assisto a todos os jogos da NBA. Acontece que sempre gostei desse esporte, desde quando acompanhava os jogos que o time da escola no ensino médio disputava. Na final da temporada passada fiquei tão emocionada/ansiosa que parecia ser torcedora desde sempre (só pra constar, naquela final torci pro Cleveland). Como aqui em casa, ele assiste até peteca, acabei voltando a me interessar por NBA, e esse ano estou torcendo pro Bulls. Michael Jordan forever.

4 – Catarina A Grande – Retrato de uma Mulher : Já falei aqui sobre meu interesse pela Rússia, né?

5 – Copo com Canudo Holográfico Boas Vibes : Sou a louca dos copos e toda vez que vejo um diferente, quero trazer pra casa. Nem preciso dizer o quanto amei esse.

6 – Batom Líquido Matte QDB Magentili : Batom nunca é demais.

7 – Batom Líquido Matte QDB Begeli : Batom nunca é demais 2.

8 – Melissa Hotness : Ano passado não ganhei/comprei e esse ano sigo querendo.

9 – Óculos Chilli Beans Coleção Tropicália : Esse é o item mais desejado da lista. Desde que perdi meu óculos mais amado de todos no mar, nenhum que eu tenha comprado/ganhado foi tão querido como aquele. Era assim, todo o ano um óculos novo, mas sempre o que ficava na bolsa era o antigo. Não costumo ser materialista ou apegada, mas ter perdido esse óculos me deixa abalada até hoje. Experimentei esse modelo lindo na loja da Chilli e amei muito. Achei um forte candidato pra substituir o antigo. Quero ontem!

Preciso compartilhar que: Faz um ano desde minha última wishlist. Será que esse ano fui menos consumista? Prefiro acreditar que sim! E torcer pra que ano que vem seja menos ainda. Becky Bloom, mantenha a distância fazfavor.

Decor Ideias pra casa

Decoração

ideiaspracasa

Já moro há quase dois anos na mesma casa e ainda tenho mil planos pra ela. Acho que é assim mesmo né? Principalmente pra quem gosta de decoração. Nunca fica pronto por completo. E depois, temos vontade de sempre mudar as coisas de lugar, trocar, misturar e inovar.

A primeira da lista já está em prática: Uma colcha de retalhos. Cortei os retalhos que tenho em casa mesmo (e não são poucos) todos em cima de um molde 15×15 que fiz. Ainda não medi o tamanho que quero a colcha, então não sei de quantos preciso exatamente. Precisarei também de uma manta acrílica e decidir posteriormente como será o “verso”. Quando estiver fazendo, fotografo e posto aqui em forma de DIY.

Quem me conhece sabe o quanto amo Natal. Falta um mês e meio, apenas!! E como toda maluca fascinada, meu planejamento desse ano é ter obrigatoriamente uma árvore de Natal grande (a que temos é uma minúscula, de mesa, mas adoro, pois sempre terá sido nossa primeira ♥). O único problema é que fui vetada de gastar com esse tipo de coisa, já que rolará um véu e grinalda ano que vem. O que precisarei então? Criatividade. Não sei ainda se será de galhos, de madeira, de sucata. Só fica a promessa de que existirá uma bem grande aqui na sala. E com luzinhas.

Sigo sem ter uma estante decente pra colocar/expôr meus livros. É possível criar uma dessas da foto de maneira econômica e fica absolutamente linda. Meus livros merecem tanto um espaço decente! Contei onde eles ficam, aqui.

Pra quem não sabe, além dos porta retratos aqui de casa, nossa geladeira é lotada de fotos imantadas. Moramos longe de grande parte da família e dos amigos, então é uma maneira de termos todo mundo pertinho. No blog E agora Isadora? que adoro por sinal, ela compartilhou um outro blog que não conhecia e que passei a adorar também. Essa ideia de formar um coração com fotos quadradas é de lá e é apenas sensacional. Pra mim, foto nunca é demais.

Por último e não menos importante uma bandeja de bebidas que funcione. A nossa é toda trançada embaixo, então nada do que colocamos ali fica firme de verdade. Fora que é lotada de copos, taças e… bebidinhas. Quero organizar um espaço estiloso e funcional, como o da foto.

Qualquer dessas mudanças, assim que concluídas compartilharei aqui.